NOVAS PALESTRAS DO CICLO
"LATINO-AMÉRICA TEM A PALAVRA". EM DIREITO/UBA
 

Temos já informado em edições anteriores do Ciclo chamado "LATINO-AMÉRICA TEM A PALAVRA", em que estudantes dos cursos da Modalidade Intensiva para o Doutorado da Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires, oferecem palestras sobre os temas objeto das suas pesquisas, ou apresentam seus recentes livros.  

Trata-se de atividades abertas, dirigidas não somente aos alunos e professores da Modalidade Intensiva, senão também aos membros da comunidade universitária em geral, e ao público que deseje assistir. Com efeito, o ingresso é livre e gratuito.

O ciclo teve início em setembro de 2009, e já foram mais de vinte as conferências pronunciadas, e meia dúzia as obras que se apresentaram. Intervieram alunos e docentes da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México.

Consegue-se assim que os alunos dos cursos da Modalidade não cumpram uma função passiva de meros receptores de conhecimentos, senão que virem transmissores das suas próprias descobertas e propostas, protagonistas da vida acadêmica, parte ativa e importante da construção permanente do saber que é a coluna vertebral de qualquer Universidade séria e atual.   


Mestres Iran Belmonte da Costa Pinto e Lisane Carvalho de Melo Costa Pinto


Caio Rogério da Costa Brandão, pesquisador em temas de responsabilidade civil


           Desenvolveram-se com oportunidade da realização dos Módulos de abril de 2010 da Modalidade Intensiva, duas reuniões do Ciclo, com três conferências cada uma delas. Os expositores, nesta oportunidade, foram todos brasileiros, alunos dos cursos.

O primeiro encontro aconteceu na quarta-feira 21, no Salão Verde da Faculdade. Falou inicialmente, com brilhantismo, Marcelo Caetano, Mestre em Direito das Instituições Jurídicas e Sociais da Amazônia, sobre o tema "A industria madeireira amazônica: o caso de Paragominas".

Seguiu a destacada professora e pesquisadora carioca Roberta Duboc Pedrinha, Mestre em Ciências Criminais, para fazer "Uma abordagem crítica acerca da Lei de Monitoramento Eletrônico dos penados no Estado do Rio de Janeiro".

E o nobre encerramento esteve nas ótimas mãos de Caio Rogério da Costa Brandão, possuidor de várias Especializações, quem expus sobre "O Código de Defesa do Consumidor Brasileiro e a Responsabilidade Civil frente ao Capitalismo Moderno: Vulnerabilidade, Informação e Dignidade".

A reunião foi dirigida pelo Professor Doutor Ignacio Tedesco, Coordenador da Área de Direito Penal da Modalidade Intensiva.
 

             Já na semana seguinte, quarta-feira 28 de abril, desta vez no Salão Vermelho,  e sob a direção da Professora Doutora Viridiana Díaz Aloy, Coordenadora da Área de Direito Laboral da Modalidade Intensiva, aconteceu o segundo evento.

              Palestrou primeiro o professor alagoano Felipe Vasconcellos Cavalcante,
Mestre em Direito, para se ocupar maravilhosamente de um assunto sempre espinhoso: "Dano moral, assedio moral e assedio sexual no ambiente de trabalho". 

               Veio depois Lisane Carvalho de Melo Costa Pinto, Mestre em Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social. A reconhecida professora baiana intitulou sua interessante exposição: "A terceirização no mundo do trabalho". 

               Culminou a reunião com carimbo de ouro, ao ministrar o jurista trabalhista soteropolitano Iran Belmonte da Costa Pinto, Mestre em Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social, sua esplêndida conferência: "Consorcio de Empregadores: uma forma de reduzir o desemprego".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fala o professor de Maceió, Mestre Felipe Vasconcellos Cavalcante

             Um público numeroso, integrado por alunos e professores, seguiu com interesse as reuniões, participando com enriquecedoras perguntas e bem feitas colocações. Achavam-se estudiosos provenientes da Argentina, do Brasil, da Colômbia, do Peru, da Costa Rica, da Bolívia, do Chile e da Angola.

                Foram, assim, estes eventos, como já acontecesse com os anteriores, ótimas oportunidades para o intercâmbio de experiências e idéias entre países com problemáticas amiúde compartilhadas, sequer parcialmente. Cumpre-se desse jeito uma outra função do Ciclo: a de servir como modesta, porém nada desprezível, ferramenta no caminho, árduo e magnífico, da integração.